Cecília Meirelles e Mário Quintana

Deixemos La Barca , por hora, mas é incrivel deparar-se com o ‘dom’ desses modernos excêntricos e temperamentais, tímidos e dialéticos, ao meu entender modesto, brilhantes.
Hoje li um texto enorme que basicamente enfatizava a necessidade da comunicação e das objetivadas trocas subjetivas imanentes da intuição humana – o ilixir para percepção do de sempre e diferente, a amistosidade ao discurso que valida ou anula aquilo que se projeta em afirmar-se um substrato. Necessidades.
Entretanto, e o porquê do prólogo e encerramento do texto, respectivamente:

“Levai-me aonde quiserdes
Aprendi com as primaveras
a deixar-me cortar e a voltar
sempre inteira” ( Cecilia Meirelles, “Levai-me aonde quiserdes”)

“(…) Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei perfeito amor.”(Mário Quintana, “Amor é síntese”)

Néctar para encerrar o dia.
; )

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